Paulistinha P-56C
Fabricado pela Sociedade Construtora Aeronáutica Neiva, o Paulistinha P-56C é um monomotor convencional de fuselagem tubular e asa alta semi-cantilever, com dois lugares em tandem. Bragança é conhecida como a "terra dos Paulistinhas" por manter a maior presença deste modelo no país. Leve e sensível, exige coordenação fina de pé e mão — por isso é o avião das primeiras horas de voo.
Cessna 152
Um dos treinadores mais usados no mundo. Estrutura metálica de asa alta, comandos dóceis e trem de pouso triciclo que torna pousos e táxi mais simples para quem está começando. Alta confiabilidade e baixo custo por hora fazem dele peça essencial nas etapas iniciais do Piloto Privado e do Piloto Comercial.
Embraer EMB-712 Tupi
Versão nacional do Piper Cherokee, produzida pela Embraer especialmente para instrução. Monomotor de asa baixa, inteiramente metálico, com quatro lugares e boa estabilidade. É a transição natural do treinamento primário para voos de navegação mais longos e para as horas do Piloto Comercial.
Embraer EMB-810 Seneca
Bimotor a pistão de asa baixa e trem retrátil, versão nacional do Piper Seneca. É a aeronave das habilitações mais avançadas do aeroclube: multimotor (MLTE) e voo por instrumentos (IFR). Com dois motores e instrumentação completa, aproxima o aluno da realidade da aviação profissional.
Simuladores de Voo AATD
Contamos com dois dos melhores Simuladores de Voo AATD para nossa instrução IFR, homologados pela ANAC: SBPA Simuladores, fabricado em Porto Alegre, e MFSim Simuladores, fabricado em São José dos Campos. A instrução no simulador é um excelente recurso para otimizar o aprendizado dos alunos antes da instrução prática em voo, contribuindo significativamente para a redução dos custos do treinamento, já que permite a repetição das manobras sem os riscos reais do voo. Nossos simuladores são equipados com todos os instrumentos presentes na aeronave, reproduzindo fielmente a cabine e facilitando a familiarização do aluno. Durante as instruções, treinamos o aluno para desenvolver o gerenciamento de ameaça e erro, a comunicação com órgãos ATC, o CRM, a consciência situacional e a tomada de decisão, garantindo a melhor padronização possível para um piloto.